Fachin defende que juízes tenham integridade na vida pública e privada


Fachin participou, nesta manhã, de uma aula magna no curso de direito do Centro Universitário de Brasília (Ceub), instituição particular da capital federal.
Notícias relacionadas:
- Cármen Lúcia será relatora de Código de Ética do STF, anuncia Fachin.
- Dino acaba com a aposentadoria compulsória como punição a juízes.
- Fachin cancela reunião para discutir Código de Ética do STF .
“Há, nada obstante, diretrizes que podem ser recolhidas da experiência e de cartas de princípios nacionais e internacionais. Integridade na vida pública e privada, uma vez que [o magistrado] deve adotar comportamento irrepreensível na vida pública e privada", disse o ministro.
O presidente também afirmou que os juízes devem ser prudentes ao se manifestarem sobre processos que são submetidos a julgamento e devem recusar o recebimento de vantagens.
“Por isso que é vedado receber benefícios, presentes ou vantagens de pessoas interessadas em processos", comentou.
>> Dino acaba com a aposentadoria compulsória como punição a juízes
Separação dos poderes
Fachin também voltou a defender a separação entre os Três Poderes. O ministro disse que a Corte acumulou “razoável expansão de sua atuação” por determinação da Constituição e ao ser impulsionada pelos debates de outros atores.
“A autocontenção não é fraqueza. É respeito à separação de poderes que, em última análise, é ela própria uma exigência constitucional”, completou.
>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp
Código de Ética
Fachin defende adoção de um Código de Ética para os ministros do Supremo. No mês passado, a ministra Cármen Lúcia foi designada para relatar a proposta de criação da norma.
O anúncio sobre a criação de um código de ética ocorreu em meio à investigação sobre o Banco Master e às citações aos nomes dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.



COMENTÁRIOS