Análise: falta de regulação faz de fintechs e criptomoedas território fértil para o crime organizado
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A investigação da Polícia Federal (PF) que apontou que o advogado Willer Tomaz, alvo da operação que apura fraude no INSS, movimentou R$ 6,6 bilhões em apostas on-line, as chamadas bets, para suposta lavagem de dinheiro levantou o debate sobre a relação do mercado financeiro com o crime organizado.




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