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Flávio Bolsonaro diz que fará guerra ao crime organizado

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Flávio Bolsonaro diz que fará guerra ao crime organizado



Ao lado do deputado estadual Douglas Ruas (PL-RJ), vencedor da eleição para governador do Rio de Janeiro, o candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, disse nesta sexta-feira (9) que ambos estão alinhados em “declarar guerra” ao crime organizado.


“Aos narcoterroristas de Comando Vermelho, PCC e milícias que estão aqui no Rio, estão em São Paulo, estão em todo o Brasil”.




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O candidato conversou com jornalistas no intervalo de um evento de campanha, no qual reuniu apoiadores e políticos, na Ilha Itanhangá, um espaço de eventos na Barra da Tijuca, bairro nobre do Rio de Janeiro.

Flávio Bolsonaro chamou de "boatos" a informação de que ele privatizaria a Petrobras.



Ele criticou a política do governo de subsídios ao preço do diesel ─ em alta por causa da guerra no Irã ─ e afirmou que o fim dos incentivos levaria ao aumento do preço logo após as eleições. 



O candidato agradeceu o apoio firmado na véspera pelo candidato derrotado à Presidência Augusto Cury (Avante) e afirmou que “está conversando” com outros partidos.



Em 2003, Flávio, então deputado estadual, Flávio Bolsonaro propôs uma moção de louvor ao miliciano Adriano da Nóbrega . Em 2005, Adriano também recebeu a Medalha Tiradentes, por iniciativa de Flávio. 



Programas sociais 



O candidato afirmou que vai manter os programas sociais e se disse alvo de campanhas de notícias falsas.



“Há várias mentiras circulando. Uma delas é que eu acabaria com o Bolsa Família. Isso é mentira”, declarou.



Ele descreveu que o programa será focado em quem mais precisa e acompanhado de ações de capacitação e qualificação. Nas palavras dele, será “o maior programa de mobilidade social que esse Brasil já viu”.



Flávio afirmou que vai ampliar o programa Farmácia Popular, com os medicamentos sendo entregues em casa e com avisos, pelo celular, sobre o horário da medicação.



O senador tem sido alvo de críticas porque no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2023, enviado ao Congresso em 2022, o governo de Jair Bolsonaro propôs uma redução de 59% nos recursos do programa Farmácia Popular, diminuindo a verba de R$ 2,04 bilhões para cerca de R$ 804 milhões (um corte de aproximadamente R$ 1,2 bilhão).



O candidato disse ainda que vai incentivar o empreendedorismo entre as mulheres, prometeu menos impostos, financiamento barato e disse que a economia de um eventual governo será “baseada na produtividade”.



>> Conheça as propostas de Flávio e Lula para a segurança pública




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